Série A

Da esperança à pressão: Paquetá enfrenta revolta da Nação após derrota do Flamengo na Supercopa

Paquetá começa sob pressão após estreia frustrante em decisão nacional

Por Leandro Correira da Silva

Lucas Paquetá, reforço do Flamengo em 2026. Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Os torcedores do Flamengo viveram uma mistura de expectativa, frustração e revolta neste domingo (1º), após a derrota por 2 a 0 para o Corinthians na final da Supercopa do Brasil, disputada no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O principal alvo das críticas foi Lucas Paquetá, que fez sua reestreia pelo Rubro-Negro justamente na decisão e desperdiçou uma chance claríssima de gol nos acréscimos da segunda etapa, lance que poderia ter mudado o rumo da partida.

O episódio aconteceu já aos 48 minutos do segundo tempo, quando o Flamengo, mesmo com um jogador a menos, ainda pressionava em busca do empate. Após cruzamento de Ayrton Lucas e um bate-rebate na área do Corinthians, a bola sobrou limpa para Paquetá, dentro da pequena área. Livre e equilibrado, o camisa 20 finalizou para fora. O erro gerou reação imediata nas arquibancadas e nas redes sociais, onde torcedores classificaram o lance como “coisa de doido”, conforme repercutido por portais como o ge.

Reestreia cercada de expectativa vira pressão imediata

A entrada de Lucas Paquetá em campo, aos 13 minutos do segundo tempo, foi recebida com entusiasmo pela torcida presente no Mané Garrincha. O meia voltou ao Flamengo como a contratação mais impactante do futebol brasileiro, carregando enorme expectativa técnica e emocional. Cada toque na bola era acompanhado de perto, especialmente em um jogo que já se desenhava dramático.

Segundo análise publicada pelo ge, Paquetá até participou bem das jogadas iniciais, tabelou e buscou se movimentar entre as linhas. No entanto, o erro na finalização acabou marcando sua estreia de forma negativa. O contexto da decisão e o peso do investimento fizeram com que a cobrança da torcida fosse imediata, abrindo espaço para debates intensos nas redes sociais.

Como foi o jogo que aumentou a tensão no Flamengo

Dentro de campo, o Flamengo começou melhor a final. A primeira grande chance foi rubro-negra, com Léo Pereira lançando Alex Sandro, que cruzou para Plata, mas a cabeçada saiu para fora. O controle territorial era do time carioca, mas, como destaca o ge, faltava efetividade nas conclusões.

A máxima do futebol acabou se confirmando. Aos 25 minutos do primeiro tempo, o Corinthians abriu o placar em jogada de bola parada. Após escanteio curto, Matheuzinho cruzou, Gustavo Henrique desviou e Gabriel Paulista finalizou para marcar seu primeiro gol com a camisa alvinegra. O gol deu confiança ao Timão e mudou o equilíbrio emocional da partida.

Expulsão, chances perdidas e o lance que virou símbolo

A partida ganhou contornos ainda mais tensos após a expulsão de Carrascal, no início do segundo tempo, por cotovelada em Breno Bidon, decisão tomada após revisão do VAR. Mesmo com um jogador a menos, o Flamengo seguiu atacando. Arrascaeta acertou o travessão em cobrança de falta, e Pedro criou boas situações pela linha de fundo.

Foi nesse cenário que surgiu o lance mais comentado do jogo. Já nos acréscimos, após cruzamento de Ayrton Lucas, Lucas Paquetá teve a chance de empatar. O erro na finalização virou o estopim para a revolta da torcida. Pouco depois, em contra-ataque rápido, Yuri Alberto marcou o segundo gol do Corinthians, fechando o placar e garantindo o título, como relatado pelo ge.

Reação da torcida e impacto para Paquetá no Flamengo

Nas redes sociais, torcedores do Flamengo não esconderam a irritação. Muitos destacaram que o erro de Paquetá aconteceu em um momento decisivo e em sua estreia, o que potencializou a frustração. Comentários apontaram surpresa e incredulidade com a finalização, usando termos como “imperdoável” e “coisa de doido”.

Apesar da reação negativa inicial, parte da torcida também pediu cautela. Conforme análises publicadas pelo ge, o entendimento interno no clube é de que Paquetá ainda precisa de ritmo de jogo. A expectativa é que, com sequência e confiança, o meia consiga corresponder dentro de campo e transformar a pressão inicial em protagonismo ao longo da temporada.

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