
A derrota do Flamengo para o Corinthians por 2 a 0, na final da Supercopa do Brasil, disputada neste domingo (01), no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, segue repercutindo dentro e fora de campo. Após o apito final, o narrador Galvão Bueno usou as redes sociais para criticar publicamente a postura do técnico Filipe Luís, especialmente pelas escolhas feitas ao longo da partida decisiva.
O comentário ganhou força porque veio logo após o vice-campeonato rubro-negro, definido com gols de Gabriel Paulista e Yuri Alberto. Segundo Galvão Bueno, a condução do jogo por Filipe Luís, somada à estreia abaixo do esperado de Lucas Paquetá, foi determinante para o desfecho da final.
Em publicação no X (antigo Twitter), Galvão Bueno foi direto ao analisar o desempenho do treinador do Flamengo. Para o narrador, Filipe Luís demorou a mexer na equipe e comprometeu o poder ofensivo ao longo do segundo tempo, mesmo com a necessidade clara de buscar o empate contra o Corinthians.
“Demorou demais para fazer as mudanças e ficou boa parte do segundo tempo sem atacantes”, escreveu Galvão. A crítica ganhou ainda mais peso pelo momento da temporada, já que a Supercopa do Brasil representava o primeiro grande teste competitivo do ano para o Rubro-Negro.
Outro ponto abordado por Galvão Bueno foi a reestreia de Lucas Paquetá com a camisa do Flamengo. O meia entrou no segundo tempo, mas perdeu uma chance clara de gol nos acréscimos, quando o placar ainda estava 1 a 0, desperdiçando a principal oportunidade de reação rubro-negra.
Galvão classificou a estreia como “não poderia ter sido pior”, ressaltando que o erro técnico simbolizou a ansiedade e a falta de efetividade do time. O lance acabou sendo decisivo, já que, na sequência, o Corinthians ampliou e sacramentou o título da Supercopa.
O contexto da partida também pesou nas análises. O Flamengo foi para o intervalo perdendo por 1 a 0 e ainda viu Jorge Carrascal ser expulso antes do início do segundo tempo. Com um jogador a menos, Filipe Luís promoveu uma série de alterações, tentando reorganizar o time para buscar o empate.
Entraram Lucas Paquetá, Bruno Henrique, Everton Cebolinha, De La Cruz e Ayrton Lucas, enquanto nomes como Pedro, Arrascaeta e Alex Sandro deixaram o campo. Ainda assim, conforme análise do Coluna do Fla, o Rubro-Negro teve dificuldades para transformar posse de bola em chances claras, o que reforçou as críticas à estratégia adotada.
Com o vice-campeonato e a crítica pública de Galvão Bueno, a pressão sobre Filipe Luís cresce neste início de temporada. Embora o trabalho ainda esteja em fase inicial, a expectativa em torno do Flamengo torna qualquer tropeço amplificado, especialmente em finais.
A próxima sequência de jogos será decisiva para mudar o discurso. Uma resposta rápida no Brasileirão pode aliviar o ambiente e reduzir o impacto das críticas. Caso contrário, a postura do treinador e suas escolhas seguirão no centro do debate entre torcedores e analistas.

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