
O confronto entre Flamengo e Corinthians pela Supercopa do Brasil ficou marcado por um episódio polêmico envolvendo a arbitragem e pela atuação eficiente da equipe paulista, que conquistou o título diante de um público expressivo no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. A partida, disputada neste domingo, reuniu os campeões do Brasileirão e da Copa do Brasil e abriu oficialmente a temporada do futebol nacional com clima de decisão desde os primeiros minutos.
Ainda na reta final do primeiro tempo, um lance específico mudou o rumo do jogo e gerou muitas reclamações por parte dos jogadores do Corinthians. O atacante Carrascal, do Flamengo, cometeu uma falta dura em Bidon, atingindo o meia com o braço em um movimento que foi interpretado pelos corintianos como uma cotovelada. Bidon caiu imediatamente no gramado demonstrando dores, enquanto seus companheiros cercavam o árbitro Rafael Klein pedindo a análise do VAR e uma possível expulsão do jogador colombiano.
Naquele momento, porém, a arbitragem optou por não interromper a partida para revisar o lance. O jogo seguiu até o apito que encerrou a primeira etapa, mantendo a tensão em campo e aumentando a indignação do banco e dos atletas do Corinthians. Somente no retorno do intervalo, com as equipes já de volta ao gramado, a arbitragem revisou o lance ocorrido pouco antes do fim do primeiro tempo. Após a análise das imagens, Rafael Klein decidiu aplicar o cartão vermelho a Carrascal, expulsando o atacante do Flamengo e deixando a equipe carioca com um jogador a menos para todo o segundo tempo.
Antes mesmo da expulsão ser confirmada, o Corinthians já havia conseguido abrir o placar. Ainda na etapa inicial, Gabriel Paulista aproveitou uma oportunidade e marcou o primeiro gol da partida, dando vantagem ao time paulista e empurrando ainda mais a torcida alvinegra presente no estádio. O gol trouxe tranquilidade ao Corinthians, que passou a administrar melhor o jogo, enquanto o Flamengo encontrava dificuldades para reagir.
Com a expulsão de Carrascal confirmada após o intervalo, o cenário ficou ainda mais favorável ao Corinthians. A equipe paulista soube explorar a superioridade numérica, controlando o ritmo da partida e neutralizando as tentativas de reação do Flamengo. Mesmo com posse de bola em alguns momentos, o time carioca não conseguiu transformar suas ações ofensivas em chances claras de gol.
Já nos minutos finais do confronto, o Corinthians sacramentou a vitória. Yuri Alberto aproveitou um espaço na defesa adversária e marcou o segundo gol, encerrando de vez qualquer possibilidade de virada do Flamengo. O placar de 2 a 0 refletiu a consistência da atuação corintiana e a dificuldade do adversário em lidar com a desvantagem numérica.
A decisão foi acompanhada por mais de 70 mil torcedores, que lotaram a Arena BRB Mané Garrincha e deram um clima especial à final. Com o apito final, o Corinthians celebrou a conquista de seu segundo título da Supercopa do Brasil. A primeira taça havia sido levantada ainda em 1991, e agora o clube volta a vencer a competição, consolidando-se como o segundo maior campeão do torneio de forma isolada.
O resultado reforça o bom início de temporada do time paulista e aumenta a confiança da equipe para os desafios que virão ao longo do ano. Para o Flamengo, fica o gosto amargo da derrota e das controvérsias envolvendo a arbitragem, além da necessidade de ajustes para evitar que episódios como a expulsão de Carrascal voltem a comprometer o desempenho coletivo em jogos decisivos.

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