
O Palmeiras acompanha com atenção a movimentação do mercado e não descarta a possibilidade de negociar o lateral-direito Agustín Giay nos próximos meses. Internamente, a diretoria entende que uma proposta robusta pode mudar o cenário, especialmente diante do assédio crescente de clubes europeus. Um dos interessados é a Atalanta, da Itália, que já sinalizou com uma oferta na casa dos R$ 81 milhões pelo jogador argentino, conforme repercutido recentemente na imprensa esportiva.
Diante dessa possibilidade concreta de saída, o Verdão já começa a analisar alternativas para não ser pego de surpresa. Um dos nomes que agrada nos bastidores é o de Paulo Henrique, lateral-direito do Vasco da Gama. O jogador vem sendo um dos principais destaques da equipe carioca e entrou no radar palmeirense como um possível substituto para Giay, caso a negociação avance.
A diretoria vascaína adota uma postura firme e não demonstra interesse em facilitar a saída do atleta. Ciente da valorização do lateral após uma temporada consistente, o Vasco estipulou um preço elevado para iniciar qualquer conversa: 10 milhões de dólares, valor que, na cotação atual, gira em torno de R$ 55 milhões. Segundo informações de bastidores, esse montante é visto como inegociável neste momento.
Além do aspecto financeiro, há também a questão do timing. A possível venda de Agustín Giay só deve ocorrer na janela de transferências do meio do ano, o que automaticamente empurra qualquer investida do Palmeiras em Paulo Henrique para os meses de junho ou julho. Até lá, o clube paulista segue monitorando o mercado e avaliando cenários, sem movimentos oficiais.
Paulo Henrique, de 29 anos, tem contrato com o Vasco até 2028 e vive um dos melhores momentos de sua carreira. Em 2025, foi peça-chave da equipe, acumulando boas atuações e regularidade, o que lhe rendeu reconhecimento nacional. O bom desempenho culminou em uma convocação para a Seleção Brasileira comandada por Carlo Ancelotti, fator que aumentou ainda mais seu prestígio e, consequentemente, seu valor de mercado.
Enquanto isso, o clima no Palmeiras não é dos mais tranquilos. No último domingo (1), o time foi derrotado pelo Botafogo-SP pelo Campeonato Paulista, resultado que aumentou a pressão interna. Após a partida, o técnico Abel Ferreira foi direto ao cobrar a diretoria por reforços. O treinador deixou claro seu incômodo com a lentidão no mercado, principalmente diante das saídas de jogadores importantes e da chegada de apenas um reforço até o momento: Marlon Freitas.
A postura de Abel intensificou a cobrança sobre o diretor de futebol Anderson Barros, que agora se vê pressionado a apresentar soluções rápidas. O clube tentou avançar em negociações por nomes de peso, como Jhon Arias e o zagueiro Nino, mas não obteve sucesso até agora. Com a janela em andamento e o ambiente mais tenso, o Palmeiras sabe que precisará agir com mais eficiência para atender às demandas da comissão técnica e manter o elenco competitivo para a sequência da temporada.
Nesse contexto, a situação de Giay e o interesse em Paulo Henrique passam a ser peças importantes de um tabuleiro maior, que envolve resultados em campo, planejamento financeiro e a necessidade urgente de respostas dentro e fora das quatro linhas.

03/02/2026

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