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A Copa América, nova chance do sempre criticado Neymar

Neymar é a grande figura do Brasil e espera conquistar sua segunda Copa América

Será o ano do Neymar?
Será o ano do Neymar?

Ganhar a Copa América pode colorir a temporada cinzenta que teve em Paris, embora dificilmente o faça esquecer o novo escândalo sexual que mancha sua imagem. O destino se reencontra com Neymar no Brasil, onde há dois anos, também denunciado, viu seus companheiros comemorar à distância.

Os barulhos - fora e dentro do campo - mais uma vez marcaram os passos dos '10' em uma temporada em que ele mal ergueu uma Copa da França, contentamento para um clube do quilate do Paris Saint Germain, e marcou nove gols, igualando seu pior recorde de pontuação desde que chegou à Europa, há oito anos.

Longe de sua melhor forma nos onze parisienses, na América do Sul caminha com autoridade: artilheiro (5) e auxiliar (4) e o maior vencedor em duelos individuais (64) da Copa do Mundo, segundo o portal de estatísticas SofaScore. Ele também está a um gol de se tornar o artilheiro da Seleção nas oitavas de final e a onze de alcançar a marca histórica de Pelé (77 gols).

Neymar. /AFP

Mas sua lua de mel esportiva com o Brasil, que a partir de domingo buscará o bicampeonato no convulsionado torneio da seleção americana, é mais uma vez ofuscada por suas aventuras fora da grama.

No dia 27 de maio, quando se concentrou com o 'Canarinha' para as partidas pré-Copa do Mundo contra Equador e Paraguai, soube-se que a Nike rompeu a relação com 'Ney' no ano passado porque o astro se recusou a colaborar em uma investigação por um alegada agressão que teria cometido contra um funcionário da empresa em 2016.

Neymar, 29, nega as acusações, o que imediatamente lembrou a acusação que definiu a Copa América no Brasil-2019. Apesar de o caso ter sido posteriormente arquivado por falta de provas, convulsionou a Seleçao, que de certa forma respirou aliviada quando o craque foi excluído do torneio devido a uma lesão no tornozelo direito.

Neymar espera ter uma boa participação

Os comandados de Tite, que na época apostavam no '10', conquistaram o título, o nono dos brasileiros na competição, com Neymar espiando de um camarote no Maracanã.

Dois anos depois, com nuances, a história se repete, embora, por sorte, com muito menos peso na estrela do PSG, que de 'verdeamarelo' só levantou o título da Copa das Confederações de 2013 em nível absoluto.

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