Nem a Tite, o mega salário oferecido pela CBF a Dorival se Ancelotti disser não

Técnico do São Paulo está na lista, caso o italiano não seja contratado

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Neste sábado (17), a Seleção Brasileira entra em campo pela segunda vez no ano, para jogar um amistoso contra Guiné, no estádio do RCD Espanyol, em Barcelona. E mais uma vez, Ramon Menezes segue como interino no escrete canarinho, enquanto a CBF não anuncia o nome do novo treinador. E o presidente Ednaldo Rodrigues segue convicto quanto ao nome: Carlo Ancelotti.

O técnico do Real Madrid é o nome preferido do mandatário brasileiro para assumir o comando do time, que está sem técnico efetivo desde a saída de Tite. Antes mesmo da Copa do Mundo do Catar, o ex-Corinthians já havia anunciado a sua decisão de deixar a Seleção após seis anos e meio no comando, onde foi campeão da Copa América em casa, no ano de 2019.

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Por mais que o italiano se mostre “irredutível” quanto ao seu compromisso com o time espanhol, informações de pessoas próximas dão a entender que Ancelotti tem o desejo de comandar a Seleção Brasileira, mas que não abriria mão de cumprir o seu contrato até o fim com o time da capital espanhola, em junho de 2024. Por isso, a CBF tem “cartas na manga”.

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O plano B

Dorival Júnior era um dos nomes mais falados no ano passado para substituir Tite, até a eliminação nos pênaltis para a Croácia, nas quartas de final do Mundial. Foi quando se cogitou a ideia de um estrangeiro no comando, e Ancelotti foi o favorito. Campeão da Copa do Brasil e da Libertadores da América pelo Flamengo, o atual técnico do São Paulo receberia até R$ 15 milhões por ano, visto que Tite recebia R$ 20 milhões anuais.

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