Brasileirão

Já não suportam mais, golpe baixo dado pela CBF em Abel Ferreira no Palmeiras, revoltante

Por Tomas Porto

Já não suportam mais, golpe baixo dado pela CBF em Abel Ferreira no Palmeiras, revoltante

Wilson Seneme, presidente da Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), defendeu as polêmicas decisões tomadas

Síguenos enSíguenos en Google News

Wilson Seneme, presidente da Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), defendeu as polêmicas decisões tomadas durante o empate em 1 a 1 entre Atlético-MG e Palmeiras, pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. Seneme considerou acertada a anulação do gol de bicicleta de Rony e a não marcação de um pênalti de Marcos Rocha.

No lance que envolveu o camisa 10 palmeirense, Seneme defendeu o procedimento adotado pela equipe do VAR, que utilizou as câmeras disponíveis na transmissão para analisar o lance. Ele explicou que o VAR trabalha dentro dos limites da transmissão e que os ângulos disponíveis são determinados pela equipe de transmissão.

Mais notícias do Futebol Brasileiro:

Não é Rojas, o jogador que é desejado pelo Fla e será roubado pelo Corinthians, traição

A incrível condição pedida por Neymar pra largar o United e ir junto a Messi ao Barcelona

Ao questionarem por que não foi usado uma câmera que oferecesse uma visão mais direta do lance, Seneme respondeu que a única câmera adicional que poderia oferecer isso seria a câmera 1, a "mestre" do meio-campo. No entanto, no momento do passe, nenhum jogador estava dentro do quadro da câmera master, impossibilitando o uso dessa imagem.

Seneme enfatizou que o software utilizado pelo VAR corrige a análise na diagonal como se estivesse em linha reta com os jogadores. Ele defendeu o trabalho realizado pela equipe do VAR, afirmando que o árbitro utilizou as informações disponíveis da melhor forma possível e de maneira correta.

Comissão de Arbitragem vai contra o Palmeiras?

O presidente da Comissão de Arbitragem também destacou que a equipe do VAR agiu corretamente ao utilizar o quadril do zagueiro do Atlético-MG como referência para traçar a linha de defesa e o ombro de Rony como ponto mais adiantado do ataque. Ele explicou que, ao analisar detalhes, é possível observar que há um espaço entre as linhas vermelha e azul, o que caracteriza o impedimento. Seneme concluiu sua declaração afirmando que, embora o gol de Rony tenha sido um golaço, as marcações realizadas pelo VAR garantem que uma revisão foi feita de maneira correta e que o gol teve de ser anulado.


Mais notícias