
O São Paulo voltou a levar vantagem fora de campo sobre o Flamengo e protagonizou mais um capítulo de rivalidade nos bastidores do futebol brasileiro. Em meio a um início irregular na temporada de 2026, o Tricolor tomou uma decisão estratégica e barrou a tentativa rubro-negra de contratar Marcos Antônio, seu principal jogador do elenco. O movimento aconteceu nesta janela de transferências, após reuniões entre dirigentes, e ganhou repercussão nacional pelo peso financeiro envolvido.
A postura são-paulina chamou atenção pelo modo firme como o clube conduziu a negociação. Mesmo pressionado por dívidas e pela necessidade de fazer caixa, o São Paulo, no Morumbi, deixou claro que não venderá seu atleta a um rival direto sem uma oferta considerada irrecusável. O motivo é claro: preservar competitividade esportiva e evitar reforçar um adversário que briga por títulos no mesmo patamar, conforme revelou o jornalista Alexandre Zanquetta.
Para afastar de vez o interesse do Flamengo, a diretoria do São Paulo decidiu blindar Marcos Antônio com uma multa rescisória considerada fora da realidade do mercado brasileiro. O valor estipulado foi de 100 milhões de euros, cerca de R$ 600 milhões, estratégia vista internamente como um escudo contra o assédio rubro-negro, segundo informações de Alexandre Zanquetta.
A decisão reforça o entendimento do clube de que, apesar das dificuldades financeiras, não é o momento de enfraquecer o elenco. A blindagem serve não apenas como proteção jurídica, mas também como recado ao mercado: o Tricolor só senta para negociar se os números realmente compensarem, abrindo caminho para um debate mais amplo sobre prioridades esportivas.
O Flamengo chegou a se reunir com a cúpula são-paulina, demonstrando interesse real na contratação do meio-campista. No entanto, os valores apresentados ficaram longe do que a diretoria do São Paulo considera aceitável. A postura firme foi interpretada nos bastidores como um novo “chapéu” aplicado no rival carioca, de acordo com apuração divulgada por Alexandre Zanquetta.
Ainda segundo a fonte, o Tricolor só aceitaria avançar em uma negociação caso surgisse uma proposta superior a R$ 155 milhões. A cifra, muito acima dos padrões nacionais, praticamente inviabiliza um acordo com clubes brasileiros, reforçando a estratégia de manter o jogador e, ao mesmo tempo, valorizá-lo no mercado internacional.
Além da importância técnica, Marcos Antônio vive um momento de forte valorização. O desempenho consistente despertou interesse internacional e até mesmo atenção do técnico Carlo Ancelotti, que acompanha o jogador de perto. Internamente, existe a expectativa de que o atleta possa chegar à Seleção Brasileira, o que aumentaria ainda mais seu valor de mercado.
Esse cenário explica a cautela do São Paulo. Vender agora, especialmente para o Flamengo, poderia significar abrir mão de um ativo que tende a se valorizar ainda mais ao longo da temporada. O clube aposta que bons resultados em campo e possível convocação podem transformar o jogador em uma negociação ainda mais vantajosa no futuro.
Mesmo endividado, o São Paulo tem adotado um discurso claro: fazer caixa, sim, mas sem loucuras. A diretoria entende que títulos são fundamentais para afastar a crise e gerar novas receitas, e perder seu principal jogador para um rival direto iria na contramão desse objetivo.
O episódio evidencia uma mudança de postura do Tricolor no mercado. Ao segurar Marcos Antônio e frustrar o Flamengo, o clube envia um sinal de força institucional e planejamento.

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