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Analista de arbitragem cria polêmica com comentário

Por Tomas Porto

Analista de arbitragem cria polêmica com comentário

Analista de arbitragem PC de Oliveira analisou as polêmicas do clássico entre Corinthians x São Paulo, realizado no último domingo

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Analista de arbitragem PC de Oliveira analisou as polêmicas do clássico entre Corinthians x São Paulo, realizado no último domingo, pelo Campeonato Brasileiro. De acordo com o comentarista, ele não marcaria pênalti de Rafinha sobre Wesley, nos acréscimos do primeiro tempo. 

Segundo ele, trata-se de uma disputa de jogo e de contato físico, não havendo impacto suficiente para a marcação da penalidade. PC de Oliveira argumenta que o critério para marcar um pênalti deve ser mais elevado. Ele destacou que Wesley também utilizou o braço para ocupar espaço, o que é permitido no futebol.

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Outro lance que gerou muita discussão foi o gol anulado de Calleri, ainda no primeiro tempo. O atacante do São Paulo disputou a bola pelo alto com Fagner, lateral-direito do Corinthians. Calleri cabeceou na trave e, no rebote, empurrou a bola para o gol. Entretanto, o árbitro Bruno Arleu de Araújo marcou a falta do argentino, causando revolta nos jogadores e na comissão técnica do São Paulo. O auxiliar técnico do clube, Lucas Silvestre, xingou o árbitro e acabou sendo expulso.

Sobre esse lance, PC de Oliveira afirma que há margem para a marcação da falta. Segundo ele, quando os jogadores estão próximos, é comum ocorrer esse tipo de choque. Ele destaca o deslocamento de Calleri ao subir e apoiar no ombro de Fagner, utilizando as duas mãos. O analista argumenta que essa interpretação da falta é comum na Itália, na Liga dos Campeões e em outras competições. Ele considera que, dentro da análise e interpretação feita, a marcação não foi absurda.

Júnior também resolveu falar sobre o assunto

No entanto, o comentarista Júnior, ex-lateral, discorda de PC Oliveira. Ele cita sua experiência enfrentando jogadores altos, como o Chulapa, e destaca que, nessas situações, é difícil vencer disputas aéreas, especialmente se estiver em uma posição desfavorável, como Fagner no momento do lance. Júnior argumenta que Calleri, por ser mais alto, ganha impulsão e não pode subir com os braços para baixo, pois precisa manter o equilíbrio.

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