Kevin Viveros sendo contratado pelo Corinthians tem veredito quente por R$ 51 milhões

Atacante colombiano jogou bem contra o Timão na última quinta-feira (19)

Viveros em ação pelo Athletico — Foto: Renato Padilha/AGIF
Viveros em ação pelo Athletico — Foto: Renato Padilha/AGIF
Foto de Leandro Correira da Silva
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O Sport Club Corinthians Paulista continua atento ao mercado da bola e trabalha de maneira estratégica para fortalecer o elenco ao longo da temporada. Depois de confirmar as chegadas dos laterais Pedro Milans e Fabrizio Angileri, do experiente zagueiro Gabriel Paulista, dos meio-campistas Matheus Pereira, Allan e Zakaria Labyad, além do atacante Kaio César, a diretoria entende que ainda há lacunas a serem preenchidas. A meta é oferecer ao técnico Dorival Júnior um grupo mais equilibrado e competitivo para encarar os desafios do calendário nacional e internacional.

Segundo informações divulgadas pelo Globo Esporte, a comissão técnica avalia que o setor ofensivo ainda precisa de reforços. A intenção é aumentar a concorrência interna e elevar o nível de desempenho, especialmente na posição de centroavante. Nos bastidores, um dos nomes analisados foi o do colombiano Kevin Viveros. Entretanto, as negociações não avançaram devido aos valores considerados fora da realidade financeira do clube paulista.

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Quanto custa Viveros?

O interesse em Viveros chegou a ser debatido internamente, mas o Athletico-PR teria estipulado um valor mínimo de 10 milhões de dólares para liberar o jogador. Na cotação atual, a quantia gira em torno de R$ 51 milhões. A informação foi revelada pelo jornalista Jorge Nicola em seu canal no YouTube, neste domingo (22). De acordo com ele, uma fonte ligada ao departamento de futebol do Corinthians garantiu que não existe qualquer possibilidade de o clube investir essa cifra no atacante.

Ainda conforme Nicola, os 10 milhões de dólares representariam apenas o ponto de partida para uma eventual negociação. A tendência seria que o Athletico-PR solicitasse um montante ainda maior, considerando que Viveros foi adquirido como a contratação mais cara da história do Furacão. Na temporada passada, o clube paranaense desembolsou cerca de 5 milhões de dólares para contar com o atleta, o equivalente a aproximadamente R$ 25,8 milhões na época. Diante desse cenário, a diretoria alvinegra optou por recuar.

Corinthians busca atacantes

Mesmo descartando essa investida específica, o Corinthians não desistiu de reforçar o ataque. A ideia é encontrar um jogador capaz de disputar posição ou atuar em sistema de rodízio com Yuri Alberto, atual referência ofensiva da equipe. O entendimento é que a concorrência saudável pode elevar o rendimento coletivo e evitar sobrecarga ao camisa 9 ao longo da temporada, marcada por jogos decisivos e calendário apertado.

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No entanto, as movimentações recentes deixam claro que o clube adotou uma postura cautelosa no mercado. A prioridade é realizar contratações pontuais, com custos reduzidos e dentro da realidade orçamentária. O executivo de futebol Marcelo Paz, que assumiu o cargo neste ano, tem sido peça-chave nessa estratégia. Conhecido por sua habilidade em identificar oportunidades e negociar condições favoráveis, ele busca alternativas criativas para qualificar o elenco sem comprometer as finanças.

Além das chegadas, as saídas de jogadores também contribuíram para aliviar a folha salarial. Essa reorganização financeira permite ao clube ter maior margem de manobra para investir, ainda que de forma responsável. A diretoria entende que equilíbrio econômico é fundamental para manter a competitividade a longo prazo, evitando riscos que possam impactar negativamente o planejamento.

Outro ponto que chamou atenção nos bastidores foi a inclusão de uma cláusula específica no contrato de Zakaria Labyad. De acordo com a jornalista Bianca Molina, o vínculo do meia marroquino prevê uma condição relacionada à participação mínima em partidas. Esse tipo de mecanismo contratual costuma ser adotado para proteger o clube em situações de rendimento abaixo do esperado ou problemas físicos recorrentes, garantindo maior segurança na operação.

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