Ídolo do futebol brasileiro quase foi a falência por calote de cantor famoso no Brasil

Meio-campo foi um dos destaques da campanha do pentacampeonato brasileiro de 2002

Meio-campo foi um dos destaques da campanha do pentacampeonato brasileiro de 2002
Meio-campo foi um dos destaques da campanha do pentacampeonato brasileiro de 2002
JD
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Um dos responsáveis pelas melhores memórias da torcida na campanha do Pentacampeonato Brasileiro de 2002, Denílson, ainda vive sob a expectativa do pagamento de uma dívida milionária do cantor Belo com ele, que corre na Justiça a décadas e quase levou o ex-jogador a falência. O cantor de pagode, já declarou falência algumas vezes na tentativa de expirar o processo que ainda corre nos tribunais.

Denilson comprou o Soweto, grupo de pagode precursor da carreira de Belo, há mais de 20 anos, por R$ 1 milhão, e meses depois, o cantor deixou o grupo para seguir carreira solo. O ex-jogador explicou que havia multa rescisória em caso de saída do vocalista, que não foi paga, devido a isso entrou na Justiça alegando danos morais.

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Desde então, os dois brigam na Justiça, que condenou Belo a pagar cerca de R$ 400 mil, há quase duas décadas. Belo tentou um contra-ataque em 2017, e processou Denilson em 2017, por danos morais, mas perdeu. Os valores corrigidos que o cantor deve ao ex-jogador já ultrapassam os R$ 5 milhões.

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Decisão de sair foi surpresa

Segundo Denílson, até a compra do Soweto ser realizada, Belo e nenhum outro integrante demonstrava vontade de deixar o grupo. “Ele não tava saindo, aí é que está o detalhe. Os caras estavam voando. Não tenho arrependimento nenhum de ter investido no Soweto, queria investir em algo que eu tinha o mínimo de conhecimento e de gosto. Amo pagode, ouço todos os dias”, afirmou o ex-jogador ao podcast 'Um assado para', do jornalista Duda Garbi.

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