Não é só com Vinicius Jr, goleiro sofre racismo na Espanha e brasileiro age de novo
Houve novos casos de racismo em partidas na Espanha no fim de semana
Neste último fim de semana, houve alguns casos de racismo. Vinicius Jr, vítima recorrente, não estava em campo. O brasileiro e jogador do Real Madrid, estava suspenso e não poderia participar da partida do time. Os casos, no entanto, ocorreram contra outros atletas. Não chega a ser uma novidade, já que casos do tipo se repetem há ano na Espanha.
Foram três situações diferentes, a primeira aconteceu com o argentino Marcos Acuña, do Sevilla, sendo chamado de macaco. O jogo ficou parado, mas o técnico do time, Quique Flores, também foi alvo dos insultos da torcida do Getafe. O último, na 3ª divisão do Campeonato Espanha, o goleiro Sarr, do Rayo Majadahonda, também foi ofendido. O senegalês, em entrevista à Cadena COPE, agradeceu o apoio de Vinicius Jr.
"Vou até a morte com ele. Porque ele também viveu várias vezes, e quando ele estava vivendo, eu dizia 'Não é normal'. Basta de racismo... não tem lugar no esporte. Não tem sentido. Estou muito, muito orgulhoso dele e agradeço por ele nos apoiar e também de lutar contra o racismo. Ele sozinho não consegue... Se todos os jogadores da nossa cor de pele fossem como ele, eu acredito que o racismo acabaria."
Vinicius Jr se manifestou logo após os casos
Em suas redes sociais, Vinicius Jr falou sobre o caso, reforçando como não é o único alvo de racistas na Espanha. Também deixou claro o seu apoio para os jogadores e o técnico ofendidos. "Todo o meu apoio ao Acuña e ao técnico Quique Flores, do Sevilla. Para Sarr e @RMajadahonda que sua bravura inspire outros. Os racistas devem ser expostos e os jogos não podem continuar com eles nas arquibancadas."