
Raphael Veiga vive um momento de indefinição no Palmeiras e pode estar mais perto de uma mudança do que parte da torcida imagina. Internamente, a diretoria alviverde já deixou claro ao técnico Abel Ferreira que não considera o meia inegociável nesta janela de transferências.
A posição do clube é objetiva: só aceita abrir conversas para uma saída caso apareça uma proposta que atinja a casa dos R$ 62 milhões, valor considerado compatível com a importância técnica do camisa 23 e com o mercado atual.
Mesmo sendo um dos principais nomes do elenco, Veiga voltou a despertar interesse de outras equipes. O Grêmio segue atento à situação e, recentemente, o América do México fez contatos para entender as condições de um possível negócio.
Apesar disso, pessoas próximas ao jogador indicam que ele não vê com bons olhos uma transferência para outro clube do futebol brasileiro neste momento, o que praticamente inviabiliza negociações no cenário nacional e direciona o foco para o exterior.
Dentro de campo, Veiga continua sendo decisivo e prestigiado. Na vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, o meia participou ativamente do jogo e deixou o gramado aplaudido pelos torcedores no Allianz Parque, sinal claro de reconhecimento por tudo o que já entregou ao clube. Após a partida, Abel Ferreira fez questão de elogiar o atleta, destacando sua qualidade, liderança e importância tática para a equipe.
Ainda assim, o treinador português foi sincero ao tratar do futuro do jogador. Embora conte com Veiga para a sequência da temporada, Abel admitiu que o desfecho depende de fatores externos e de decisões que fogem ao controle da comissão técnica. Com o mercado em movimento, o Palmeiras se prepara tanto para manter um de seus pilares quanto para lidar com um possível adeus de um dos símbolos recentes da era vitoriosa do clube.
“Não tenho muita informação, está mais sob a alçada da presidente, (Anderson) Barros e Veiga. Mas claro que conto com Veiga, não há como dizer que não, um jogador desta dimensão, ídolo do clube” iniciou.
“Olha, cair, aprender. Eu achei que contra o Santos e Mirassol a equipe tinha ido bem. Hoje, a equipe esteve mais aproximada com o que pode ser a equipe do futuro. Esta competição era importante para ver toda a gente, ver os meninos da base. Luis, Larson, Arthur… Ao meio do ano vamos precisar deles. Dar os parabéns. Sei que a derrota é dura, no sub-20 estão chateados. Eles trabalham para isso. É para preparar os jogadores para eu utilizar no profissional” prosseguiu.
"E já que falamos da formação, dar parabéns, sei que a derrota é dura, o treinador e diretor João Paulo estão chateados, mas trabalham para isso, para trabalhar os jogadores para eu aproveitar na equipe principal. Se jogasse o Arthur, o Luighi, o Larson, o Luis, o Riquelme, era outra equipe, com outro peso. Entendo que o torcedor do Palmeiras só quer ganhar, mas há um trabalho muito bem feito pela base, pelo treinador do sub-20, que poderiam estar muito mais reforçados. Vimos boas surpresas e nestes jogos temos que os meter. Por muito que custe, as derrotas e lições também são boas." completou o português.

27/01/2026

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