
O Santos vive um momento delicado fora de campo mesmo contando com dois dos nomes mais midiáticos do futebol brasileiro. Há 20 dias sem patrocínio máster, o clube intensificou as buscas por novos parceiros e aposta diretamente no peso de Neymar e Gabigol para viabilizar um acordo milionário ainda nesta temporada. O fato ocorre após o rompimento com a casa de apostas 7K, em janeiro de 2026, e tem impacto direto no planejamento financeiro do Peixe.
A situação envolve a diretoria santista, que atua nos bastidores desde o início do ano, conversando com empresas de diferentes segmentos. O cenário se desenrola na Vila Belmiro e nos escritórios administrativos do clube, em meio à retração do mercado de apostas. A busca acontece porque o Santos precisa recompor receitas para sustentar um elenco caro, liderado por Neymar e Gabigol, além de outros jogadores de alto custo. As informações foram divulgadas pelo Globo Esporte.
A dificuldade para fechar um novo patrocínio máster surpreendeu internamente. A avaliação da diretoria era de que 2026 seria um ano de forte apelo comercial, impulsionado pelo retorno de Neymar e pela chegada de Gabigol. No entanto, o mercado, especialmente o de bets, passa por um período de retração, o que freou negociações que pareciam avançadas.
Segundo o Globo Esporte, o Santos mantém conversas com algumas casas de apostas, mas ainda sem progresso concreto. O clube já trabalha com a noção de que dificilmente conseguirá repetir os valores do contrato anterior, o que obriga a direção a repensar estratégias comerciais. Esse cenário leva ao próximo passo: ampliar a oferta de espaços no uniforme.
Além do espaço máster na parte frontal da camisa, o Santos colocou outros três locais à disposição do mercado. Estão à venda as costas superiores da camisa, a barra frontal inferior e o espaço traseiro do calção. A ideia é negociar esses ativos de forma conjunta ou separada, aumentando as chances de fechar acordos mais rapidamente.
A estratégia visa minimizar o impacto financeiro da saída da 7K, que havia firmado contrato de dois anos no valor de R$ 105 milhões, podendo chegar a R$ 150 milhões com bônus. Agora, o clube trabalha com um teto estimado em R$ 40 milhões anuais para um novo máster. A queda significativa reforça a urgência por receitas alternativas, especialmente diante da folha salarial elevada.
Internamente, a diretoria aposta fortemente na imagem de Neymar e Gabigol para convencer parceiros a investir no clube. A presença dos dois atacantes no elenco é vista como um diferencial competitivo no mercado publicitário, capaz de gerar grande exposição nacional e internacional.
O Santos acredita que a dupla pode ser decisiva para destravar negociações, mesmo em um cenário econômico mais conservador. Além deles, o elenco conta com nomes como Mayke, Willian Arão, Rollheiser, Billal Brahimi, Tiquinho Soares e Barreal, todos com salários considerados altos. Essa estrutura torna o patrocínio máster ainda mais essencial para o equilíbrio das contas.
Enquanto o novo patrocinador não é definido, o Santos encontrou alívio temporário com a venda do lateral Souza ao Tottenham. O negócio foi fechado por cerca de R$ 95 milhões, dos quais mais de R$ 82 milhões ficam com o clube paulista, valor fundamental para manter compromissos em dia.
Mesmo com essa entrada de recursos, a diretoria sabe que a solução não é sustentável a longo prazo. Por isso, acelerar a definição do patrocínio máster virou prioridade absoluta nos bastidores da Vila. O desfecho dessa busca pode definir os rumos financeiros do clube em 2026, especialmente em um elenco liderado por Neymar, que segue sendo o principal ativo esportivo e comercial do Peixe.

28/01/2026

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