Revelam porque os jogadores desprezavam os torcedores que vinham ao estádio, é ridículo
Ao contrário de 2019, não houve uma festa para a comemoração do título da Libertadores
No último sábado (22), a torcida do Flamengo soltou o grito de campeão após vencer o Athletico-PR por 1 a 0 e conquistar o terceiro título da Copa Libertadores da América. Muita festa para os torcedores que estavam em Guayaquil, no Equador, e também para aqueles que assistiram ao jogo em todo o Brasil, por telões, televisão, internet. Mas o que a torcida mais aguardava, não aconteceu (ainda). No retorno ao Brasil, o time não foi para uma comemoração, como fez em 2019.
Isso porque, no último domingo (30), o Brasil tinha o segundo turno das Eleições, que escolheriam governadores (alguns estados) e o novo presidente da República. E em um acordo feito com o TRE (Tribunal Regional Eleitoral), até para evitar conflitos dos torcedores do Mengão com apoiadores de candidatos, nada foi feito no dia.
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Tal motivo chateou os torcedores, que querem muito uma festa para poder comemorar, ao lado dos jogadores, as duas taças que foram conquistadas: a Copa do Brasil e também a Libertadores. Nesta terça-feira, houve uma reunião interna da diretoria rubro-negra, mas sem novos detalhes confirmados sobre a possibilidade de ter uma grande comemoração, como aconteceu após o bicampeonato continental, em 2019, quando a Nação Rubro-Negra tomou a Avenida Presidente Vargas de ponta a ponta.
Reencontro com rival
Enquanto isso não se decide, o Flamengo volta as atenções para o Campeonato Brasileiro. Após conquistar dois títulos em dez dias, o time carioca agora quer terminar o Brasileirão com o vice-campeonato, já que o rival Palmeiras pode ser campeão na quarta-feira (2). No mesmo dia, o rubro-negro recebe o Corinthians, às 21h30, no Maracanã.