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Palmeiras: os 5 piores reforços da história do Verdão

Palmeiras já sofreu com muitas contratações

As piores contratações do Palmeiras.
As piores contratações do Palmeiras.

Se a atual temporada não fosse tão fora do comum, o principal assunto atualmente seria o mercado de transferências agitado nessa parte do ano para o futebol brasileiro. Porém, com a pandemia do novo coronavírus, as datas foram modificadas e as competições que acabariam até a metade de dezembro foram estendidas para o fim de fevereiro, quase três meses a mais de disputas que vão virar o ano. Mas, se ainda tem muito o que  disputar o Palmeiras não abriu mão de procurar reforços e quer melhorar ainda mais para 2021, mas buscar os melhores desta vez.

Se ao longo dos anos o clube acertou em trazer diversos atletas que fizeram história como Jorge Valdívia, Vitor Hugo, Matías Viña, Bruno Henrique e Yerry Mina, tiveram também contratações que o Verdão se arrependeu de ter trazido e também de ter gastado muito dinheiro em falsas promessas de bom futebol. E a lista é recheada de jogadores contratados a peso de ouro e começa com o atacante argentino Pablo Mouche, que chegou ao Verdão em 2014 do Kayserispor, da Turquia, por R$ 8,8 milhões, mas não chegou a ser lembrado nem pelos torcedores anos depois. Em seguida a chegada do promissor zagueiro Juninho junto ao Coritiba por R$ 10,2 milhões em 2017, que se revelou nada promissora. O jogador está emprestado ao Bahia e ainda pertence ao Alviverde que estuda forma de fazer dinheiro com a falha na contratação.

Mais um reforço que prometia muitos gols e status de craque após temporada espetacular pelo Goiás, mas que não vingou. O Palmeiras pagou R$ 13,1 milhões por Erik em 2016 que foi muito abaixo no Verdão paulista e que atualmente faz sucesso no Yokohama Marinos, do Japão, mas  ainda tem contrato com o clube brasileiro. Mais um nome do ataque que agradou em nada os torcedores foi Luan, trazido do Toulouse, da França, por R$ 7,7 milhões em 2011 e que ficou até 2018 amarrado ao Verdão, mas sem corresponder dentro dos gramados.

E a pior contratação da história do Palmeiras com relação ao custo-benefício é a de Carlos Eduardo, mais um reforço que chegou do Pyramids FC, do Egito, após excelente temporada, mas que não se sentiu a vontade pelo Alviverde. Os R$ 25 milhões investidos, ao menos tiveram R$ 4,8 milhões recuperados pela taxa de empréstimo imposta ao Athletico-PR para tê-lo por uma temporada e uma cláusula de compra que o Palmeiras espera que seja cumprida para recuperar todo o montante investido no pior reforço da história.

Miguel Borja entre o céu e o inferno

A Copa Libertadores da América de 2016 revelou um atacante com faro de gol apurado e instinto de matador. Com essas características o Palmeiras foi atrás de Miguel Borja para trazê-lo ao Brasil por R$ 32,5 milhões, a contratação mais cara da história do Palmeiras. Em campo, Borja oscilou em diversas apresentações boas e ruins, porém foi campeão brasileiro de 2018 e artilheiro do Campeonato Paulista de 2018 e da Libertadores do mesmo ano. Mas em 2017 e 2019 acabou no ostracismo e na sombra de diversos outros atletas pelo “sumiço” em campo. Com o fim do empréstimo ao Junior Barranquilla, da Colômbia, o atacante retorna ao clube sem futuro definido, mas aparentemente bem longe do Palmeiras.

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