Gabigol cobra justiça pela morte de congolês que torcia pelo Flamengo

Moise Kabagambe, de 25 anos, foi espancado até a morte por cinco pessoas após cobrar duas diárias atrasadas de quiosque onde trabalhava

Moise Kabagambe, de 25 anos, foi espancado até a morte por cinco pessoas após cobrar duas diárias atrasadas de quiosque onde trabalhava
Moise Kabagambe, de 25 anos, foi espancado até a morte por cinco pessoas após cobrar duas diárias atrasadas de quiosque onde trabalhava
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Um assassinato desumano chocou os moradores do Rio de Janeiro nos últimos dias. Moïse Kabagambe, congolês que vivia e trabalhava na cidade, foi brutalmente espancado até a morte por cinco pessoas em um quiosque na Barra da Tijuca na segunda-feira (24/1) após cobrar dois dias de salários atrasados de seus patrões. A morte do congolês ganhou repercussão nas redes sociais e clube e jogadores do Flamengo prestaram suas condolências aos amigos e familiares de Moïse. Kabagambe adotou o rubro-negro carioca para torcer desde que chegou ao Brasil, em 2011.

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Gabigol pede justiça

O atacante Gabigol usou sua influência na internet para pedir justiça para Moise. O caso comoveu o atleta do Flamengo, que disse não reconhecer esse Rio de Janeiro que “aprendeu a amar” e que não se pode “normalizar” crimes como esse. Gabigol escreveu também uma mensagem de apoio à família do imigrante assassinado e completou com a hashtag #JusticaPorMoiseMugenyi.

Moïse, de 25 anos, veio para o Brasil como refugiado político com a mãe e os irmãos para fugir da guerra e da fome. Ele trabalhava por diárias em um quiosque perto do Posto 8, na Barra da Tijuca.

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Polícia investiga o caso

A Polícia Civil apura se as pessoas que espancaram o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, de 25 anos, faziam a segurança de um quiosque ao lado ao Tropicália, onde ele trabalhava há pelos menos três anos como atendente. Por causa da suspeita, a Orla Rio suspendeu a concessão dois dois locais. Os agentes buscam imagens de câmeras de segurança para descobrir quem são os agressores envolvidos no crime da semana passada. No começo da tarde desta terça-feira, a Civil decidiu pôr o caso sob sigilo. Quem assumirá o caso será o delegado Edson Henrique Damasceno, titular da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

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