Gabigol: as fotos do Flamengo após o escândalo no cassino
Gabigol ele foi preso no início da manhã. Mais tarde, ele recuperou sua liberdade e admitiu sua imprudência.
Gabigol, atacante do Flamengo, foi detido pela polícia na madrugada deste domingo por participar de uma festa com 200 ou 300 pessoas em um cassino clandestino de São Paulo. O jogador de futebol foi transferido para uma delegacia junto com outros presos, onde teve que assinar um documento com a promessa de prestar depoimento, antes de recuperar sua liberdade.
A operação policial, que buscava evitar a aglomeração de pessoas no auge da pandemia do coronavírus no país, ocorreu no bairro nobre da Vila Olímpia, na zona sul da cidade. Um grupo de fiscais de saúde e policiais detectou a anormalidade e as pessoas foram encontradas consumindo álcool, sem respeito à distância social e sem máscara, segundo nota do governo paulista. Gabigol deixou as instalações clandestinas vigiadas por policiais.
Pouco depois do meio-dia, o jogador testemunhou na Globonews. "Não costumo jogar no cassino, apenas videogame. Eu estava com meus amigos e fomos comer. Quando estávamos saindo, a polícia veio mandando todo mundo descer", disse ele. Embora também fizesse uma autocrítica: "Faltou sensibilidade da minha parte."
Além disso, o bicampeão brasileiro disse: "Sempre uso barbicha e álcool gel. Quando vi que tinha um pouco mais de gente, acabei saindo".
O Ministério Público vai definir se deve iniciar ou não um processo judicial contra Gabigol. O artigo 268 do Código Penal prevê pena de reclusão de um mês a um ano por violação de dispositivos legais e, portanto, geração de transmissão de infecções. Mas essa pena também pode ser trocada por multa.