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Campeão mundial com o Brasil, Bruno Uvini voltaria ao Brasil para jogar só no Corinthias

Timão ainda busca reforços para o sistema defensivo

Ainda em busca de reforços e que gerem poucos gastos, o Timão monitora a situação de Bruno Uvini, zagueiro de 29 anos que está sem clube desde o dia 26 de outubro, quando foi deixado de lado pelo ex-Corinthians Fábio Carille, treinador do Al-Ittihad, do Arábia Saudita.  Campeão da Copa do Mundo sub-20 em 2011, Bruno Uvini era grande promessa do futebol brasileiro, mas não conseguiu se firmar nos grandes clubes do país até  se transferir para a Europa e jogar no Oriente Médio. Seu último salário girou em torno de R$ 1,7 milhão anuais, algo que se encaixa na realidade corintiana para repatriar o defensor.
Ainda em busca de reforços e que gerem poucos gastos, o Timão monitora a situação de Bruno Uvini, zagueiro de 29 anos que está sem clube desde o dia 26 de outubro, quando foi deixado de lado pelo ex-Corinthians Fábio Carille, treinador do Al-Ittihad, do Arábia Saudita. Campeão da Copa do Mundo sub-20 em 2011, Bruno Uvini era grande promessa do futebol brasileiro, mas não conseguiu se firmar nos grandes clubes do país até se transferir para a Europa e jogar no Oriente Médio. Seu último salário girou em torno de R$ 1,7 milhão anuais, algo que se encaixa na realidade corintiana para repatriar o defensor.

O Corinthians é uma das equipes que mais sofreram com desfalques no sistema defensivo do clube em 2020. A perda de Danilo Avelar e Léo Santos lesionados, Carlos Augusto vendido e Sidcley afastado fizeram o clube adquirir Fábio Santos e Jemerson de última hora para não deixar tão desfalcada a defesa corintiana.

Ainda em busca de reforços e que gerem poucos gastos, o Timão monitora a situação de Bruno Uvini, zagueiro de 29 anos que está sem clube desde o dia 26 de outubro, quando foi deixado de lado pelo ex-Corinthians Fábio Carille, treinador do Al-Ittihad, do Arábia Saudita.

Campeão da Copa do Mundo sub-20 em 2011, Bruno Uvini era grande promessa do futebol brasileiro, mas não conseguiu se firmar nos grandes clubes do país até  se transferir para a Europa e jogar no Oriente Médio. Seu último salário girou em torno de R$ 1,7 milhão anuais, algo que se encaixa na realidade corintiana para repatriar o defensor.

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