A la Ronaldinho, o prêmio de luxo que Pedro recebeu como melhor jogador da Libertadores
Jogador era deixado de lado, mas recuperou o seu espaço e mostrou seu valor no grupo do Flamengo
O Flamengo, enfim, é tricampeão da Libertadores da América. Em sua terceira decisão em quatro anos, o time carioca superou o trauma da derrota de Montevidéu, em 2021, quando perdeu por 2 a 1 para o Palmeiras, com um gol na prorrogação. Agora, se junta ao próprio Verdão, ao Santos, ao São Paulo e ao Grêmio no "clube dos tricampeões". Graças a um gol de Gabriel Barbosa, a Glória Eterna veio, e a torcida rubro-negra festeja.
E um jogador em especial comemora essa conquista com um sabor ainda mais especial. Escanteado por Renato Gaúcho durante sua passagem pelo Mengão, Pedro começou a ganhar mais espaço no clube carioca com o então técnico Paulo Sousa. Mas foi com o retorno de Dorival Júnior que a sua estrela, de fato, começou a brilhar.
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Na campanha vitoriosa do Flamengo, que terminou com o título invicto, o camisa 21 chegou a marcar um hat-trick nas semifinais contra o Vélez Sarsfield, da Argentina, com a vitória por 4 a 0 na casa do rival, o estádio José Amalfitani. E foi pelas mãos de Dorival que o atacante chegou à Seleção Brasileira, sendo muito cotado para disputar a Copa do Mundo no Catar.
Seguindo a tradição
Assim como os parceiros Gabigol e Bruno Henrique, Pedro foi eleito o "Rei da América", ganhando de presente da CONMEBOL um anel com 128 diamantes, premiado como o melhor jogador do continente. Ele terminou a competição como artilheiro, marcando 12 gols. O vice-artilheiro foi Rony, do Palmeiras, com 7.