Série A

Não é José Mourinho, o treinador português que recusou o Botafogo

Por Tomas Porto

José Mourinho

Ex-técnico do Real Madrid foi sondado pelo clube carioca

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Surpreendendo a torcida botafoguense, Tiago Nunes não é mais técnico do Botafogo. A ausência de resultados e a oscilação do time pesaram na decisão, tomada após a chegada do elenco ao Rio de Janeiro. Nesta última quarta-feira, a equipe empatou por 1 a 1 com o Aurora, na Bolívia, no duelo de ida da Pré-Libertadores., tendo novamente sofrido um gol nos acréscimos, cenário repetitivo desde o fim da temporada passada.

Dessa forma, o auxiliar-técnico Fabio Matias assume interinamente a equipe a partir desta sexta-feira. Ele estará à frente do time contra o Audax, neste sábado, e o novo técnico será definido nos próximos dias. A tendência é que o novo nome venha da holding - empresa multiclubes da SAF Alvinegra, John Textor.

Alguns nomes já foram ventilados para assumir o Glorioso, entre eles José Mourinho, técnico extremamente vitorioso por onde passou, com ênfase a Porto e Inter Milão, quando conquistou a Liga dos Campeões, além do Real Madrid, maior clube do mundo. Porém, não foi o Number One que recusou a Estrela Solitária, e sim outro português.

O site “Goal.com” informou na tarde desta sexta-feira que o Botafogo procurou o técnico Pepa, ex-Cruzeiro, mas recebeu recusa. O português está focado em seu clube atual, o Al Ahli (QAT). Pepa até tem vontade de retornar ao futebol brasileiro, mas entende que esse não é o momento. Ele tem contrato com o Al Ahli até junho de 2024.

Torcedores protestam contra o momento ruim do Botafogo

Também nesta sexta-feira (23), torcedores do Botafogo picharam os muros do Estádio Nilton Santos em protesto contra os resultados recentes do clube. O centroavante Tiquinho Soares, que desperdiçou um pênalti no empate com o Aurora pela Libertadores, e também no fatídico 4 × 3 contra o Palmeiras no Brasileirão da temporada passada, foi o principal alvo da manifestação.

Com isso, uma arte em referência ao jogador que tinha no local foi apagada pelos vândalos, que escreveram ofensas ao jogador no lugar como “pipoqueiro” e também pedidos de que ele saia do clube. O time foi chamado de “sem sangue” e “covarde”.


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