Qatar 2022

Trabalhou em um cemitério, mas superou tudo e se tornou jogador da Seleção Brasileira

Por Jorge Dias

Trabalhou em um cemitério, mas superou tudo e se tornou jogador da Seleção Brasileira

Ex-jogador do Palmeira tem uma história de vida inspiradora 

Síguenos enSíguenos en Google News

Amaral é um dos maiores personagens do futebol brasileiro. O ex-volante do Palmeiras e do Corinthians é conhecido pelos seus causos engraçados e a sua personalidade divertida. O que poucos sabem é que Amaral teve uma difíciil trajetória até chegar no futebol profissional. O ex-jogador não teve passagens em categorias de base e chegou ao Palmeiras quando já tinha 19 anos. 

Antes de ter a sua chance na equipe do Palmeiras, Amaral vivia em Capivari, sua cidade natal. Por lá, o ex-volante trabalhava em uma agência funerária, o que lhe rendeu o apelido de coveiro. Em entrevista, Amaral até brincou sobre como a antiga profissão o ajudou no futebol. “Até ajudou. Sabe por quê? Quando tinha um jogo importante, um clássico, todos sabiam que eu não iria tremer. Se não tremia carregando cadáver de um lado para o outro, por que iria tremer em um jogo de futebol?”, brincou. 

Mais notícias do Futebol Brasileiro: 

O São Paulo desperdiçou, agora o Flamengo o contratou por R$ 48 milhões

Cássio treme, este é o goleiro que pode tomar o seu lugar, e não é Alisson nem Ederson

Durante a sua carreira, Amaral teve passagens marcantes por Palmeiras e Corinthians. No Verdão, o ex-volante disputou 244 jogos, marcou um gol e conquistou: o Campeonato Paulista de 1993, e o Campeonato Brasileiro de 1993 e 1994. Com a camisa do Timão, foram 62 jogos, um gol marcado e bicampeonato brasileiro em 1998 e 1999. 

Amaral também teve passagens pela Seleção Brasileira. Ele foi medalhista olímpico em 1996 e conquistou a Copa Mercosul em 2000. 

Amaral comenta que poderia estar melhor financeiramente

Apesar da carreira de sucesso, Amaral conta que perdeu muito dinheiro ao longo dos anos. “Eu poderia estar em uma situação melhor. Eu não voltei a jogar futebol por causa de dinheiro, pois o que eu fazia antes do Capivariano me dava mais renda. Mas gosto de jogar. Eu perdi muito dinheiro na Itália. Quando a Fiorentina faliu, eu perdi praticamente R$ 12 milhões, que hoje deixaria a minha vida estabelecida”, disse em entrevista.

Tópicos


Mais notícias