Veja a bolada que o Corinthians deve a Memphis Depay; craque pode deixar o clube se não receber
Dívida milionária confirmada pela diretoria coloca em xeque a permanência do holandês no Parque Jorge
A lua de mel entre Memphis Depay e o Corinthians enfrenta seu momento mais crítico fora das quatro linhas. Apesar do impacto técnico do atacante, a crise financeira do clube atingiu o contrato da estrela holandesa, revelando valores que assustam a torcida e colocam sua continuidade no Timão sob forte ameaça.
Segundo informações confirmadas recentemente pelo diretor financeiro do clube, Emerson Piovezan, o Corinthians acumula uma dívida aproximada de R$ 42 milhões com o jogador. Este montante inclui bônus por metas atingidas (como gols e assistências), luvas e direitos de imagem que não foram quitados integralmente desde sua chegada.
Com o contrato atual se aproximando do fim — previsto para junho de 2026 — e a dívida crescendo, o staff de Memphis já sinalizou que a falta de um plano de pagamento sólido pode acelerar uma saída. Clubes da Europa, como o Olympique de Marselha, e do mercado árabe monitoram a situação, sabendo que o jogador pode buscar a rescisão caso o descumprimento contratual persista.
A diretoria do Corinthians trabalha contra o relógio para parcelar o valor. "É uma negociação com ele e seu staff para ver como vamos parcelar. Não temos como fazer um pagamento de uma só vez, mas vamos honrar o contrato", afirmou Piovezan em entrevista ao podcast Alambrado Alvinegro.
Dívida total com o atleta: R$ 42 milhões.
Custo mensal do "Pacote Memphis": Estimado em R$ 7 milhões (incluindo encargos e bônus).
Prazo final: O vínculo se encerra em 20 de junho de 2026, e a renovação é considerada improvável nos moldes atuais.
Para evitar a perda gratuita do seu principal jogador antes da Copa do Mundo, o Corinthians tenta uma renegociação drástica. A estratégia envolve a busca por uma empresa parceira que arque com 100% dos vencimentos mensais do craque no segundo semestre. Além disso, o próprio Memphis já sinalizou internamente que aceitaria uma redução salarial para permanecer no Brasil, desde que a dívida acumulada seja devidamente estruturada.