Muito antes do confronto entre Brasil e Marrocos na Copa do Mundo, Ronaldo Nazário já havia demonstrado sua admiração por Achraf Hakimi.

Em uma declaração que repercutiu entre os fãs de futebol, o Fenômeno afirmou:

"Eu gostaria que Achraf Hakimi e eu jogássemos no mesmo time."

O comentário evidencia o respeito que um dos maiores atacantes da história do futebol tem pelo lateral marroquino, atualmente considerado um dos melhores jogadores da posição no mundo.

Hakimi construiu sua reputação atuando por clubes de elite do futebol europeu graças à combinação de velocidade, força física, qualidade técnica e capacidade de contribuir tanto na defesa quanto no ataque. Essas características o transformaram em uma das principais referências da seleção marroquina.

A admiração de Ronaldo não surpreende. Durante sua carreira, o brasileiro sempre valorizou jogadores capazes de impactar o jogo em diferentes setores do campo, e Hakimi se encaixa perfeitamente nesse perfil.

Na Copa do Mundo, o lateral voltou a demonstrar sua importância para Marrocos, sendo uma das principais armas da equipe tanto na construção ofensiva quanto na recomposição defensiva.

Por coincidência, uma das preocupações da comissão técnica brasileira para a estreia contra os marroquinos envolvia justamente o setor direito do adversário, liderado por Hakimi. A capacidade do jogador de apoiar o ataque e criar superioridade numérica foi amplamente estudada por Carlo Ancelotti e sua equipe.

O elogio de Ronaldo reforça o status alcançado pelo defensor marroquino no cenário internacional. Afinal, receber reconhecimento de um jogador que marcou época e conquistou três prêmios de Melhor do Mundo é algo reservado a poucos atletas.

E embora nunca tenham atuado juntos, a declaração do Fenômeno mostra que Hakimi conquistou algo igualmente valioso: o respeito de uma das maiores lendas da história do futebol.