Registro irregular de equatoriano pode levar Peru à Copa do Mundo

Jogador do Al-Fateh foi surpreendido com notícia bombástica

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Depois do vazamento de um áudio da Inglaterra, publicado pelo Daily Mail, onde o lateral-direito Byron Castillo, do León-MEX, teria admitido  que nasceu em Tumaco, na Colômbia, em 1995, não em 1998 e em General Villamil, no Equador, como consta em seu passaporte, os peruanos começaram a "mexer os pauzinhos" para tentar buscar uma vaga na Copa do Mundo, após ter sido eliminado na repescagem para a Austrália.

No entanto, na Federação Equatoriana de Futebol, os dirgentes reagiram com calma diante do processo. A FPF (Federação Peruana de Futebol) acompanha o caso de perto, antes de entrar com um recurso na FIFA para herdar a vaga da "La Tri" no Mundial do Catar, onde poderíamos ver Christian Cueva e Paolo Guerrero defendendo a Bicolor pela última vez numa competição desse porte.

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A publicação pode influenciar na investigação do caso pela FIFA. O Chile denunciou a escalação irregular do jogador pela seleção do Equador em oito jogos nas eliminatórias. A entidade encerrou o processo, mas os chilenos recorreram. O comitê de apelações da entidade julga o recurso no próximo dia 15, onde convocaram Castillo para a audiência. No começo do ano, o lateral-direito chegou a ser cobiçado pelo Santos, ainda comandado por Fabián Bustos e negociou com o time brasileiro, mas optou por ir para o León, do México.

A prova que complica Castillo e o Equador

Uma das justificativas apresentadas no Equador foi a de que os documentos atestando a nacionalidade colombiana de Castillo seriam de um irmão do jogador. No entanto, no áudio, Byron afirma que só tem uma irmã, chamada Maria Eugenia. Isso pode ser a prova que a Federação Chilena precisa para apresentar à FIFA ou ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte), para assumir a vaga no grupo A contra Holanda, Senegal e Catar.

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