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Pelé morreu em dezembro, mas ainda assim tem realizado algo muito importante no Santos

Após a morte do Rei, a cidade de Santos vive uma onda crescente no Turismo

Por Jorge Dias

Após a morte do Rei, a cidade de Santos vive uma onda crescente no Turismo
Após a morte do Rei, a cidade de Santos vive uma onda crescente no Turismo
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A Seleção Brasileira segue sem um treinador para comandá-la no próximo ciclo de Copa do Mundo, desde o anúncio da saída de Tite até o dia de hoje, somam-se 30 dias sem um comandante, o maior tempo que a Amarelinha já ficou sem um líder. Nem mesmo o elenco com Neymar, Vini Jr e outros tem tido uma aparência mais chamativa para grandes nomes europeus.

No Brasil, a morte de Pelé mudou a rotina de Santos por alguns dias ao levar a imprensa internacional e mais de 230 mil pessoas para a despedida, no velório realizado no estádio da Vila Belmiro. Mesmo após duas semanas, o Rei do futebol ainda faz o turismo na cidade do litoral paulista bater recordes e atrai visitantes mais jovens, que antes estavam focados apenas em Neymar, ex-atacante santista e atual “dono” da camisa 10 da Seleção Brasileira.

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A Vitrine do Rei já era um dos pontos altos do Tour da Vila, uma visita monitorada no estádio do Santos que conta a história do clube e dá acesso ao gramado, vestiário, centro de imprensa e museu Memorial das Conquistas, que tem acervo de 400 peças e sala de troféus. Agora, o armário do Rei do futebol, que está fechado no vestiário, e todas as peças relacionadas a ele são ainda mais disputadas pelos visitantes de diversas gerações, torcidas e nacionalidades.

Fila de espera de 2h

Antes da morte de Pelé, o visitante conseguia chegar no estádio e já comprar a entrada para o próximo horário. Agora, a fila de espera pode chegar a duas horas e quem chega na parte da tarde corre o risco de não conseguir fazer o tour. “O museu está mais cheio, as visitas estão saindo com lotação máxima e os ingressos estão sendo vendidos com uma antecedência recorde”, afirmou Gabriel Pierin, historiador dos Santos.


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