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É o fim? Esse será o tempo de prisão de Daniel Alves, tudo depende da Justiça

Por Romario Paz

É o fim? Esse será o tempo de prisão de Daniel Alves, tudo depende da Justiça

Justiça da Espanha está com todos os dados para iniciar o julgamento

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O caso mais emblemático do futebol mundial nos últimos anos está próximo do fim. O Ministério Público Espanhol pediu nesta sexta-feira, 23, a pena de 9 anos de prisão para o lateral-direito Daniel Alves pelo crime de agressão sexual, cometido contra uma mulher de 23 anos, na cidade de Barcelona, em dezembro de 2022. As informações foram divugadas pela agência de notícias ‘EFE’.

O Ministério Público também pede uma indenização de 150 mil euros pelo delito cometido. Daniel Alves está preso na Espanha desde janeiro de 2023, onde foi decretado sua reclusão preventiva e tomado seu passaporte. Desde então, o brasileiro tem dado diversas versões do acontecido, algo que dificultou a elaboração de sua defesa. 

Em agosto de 2023, as investigações do caso foram concluídas após a finalização do laudo pericial que apontou a presença do DNA do brasileiro nas roupas da vítima. Uma gama de depoimentos contra Daniel Alves e imagens do circuito interno da boate Sutton fecham o dossiê da acusação. Em outubro, Cristóbal Martell, advogado responsável pela defesa de Alves deixou o caso após constatar que dificilmente o brasileiro conseguiria a absolvição. Ele foi substituído por Ignez Guardiola.

Na semana passada, o Tribunal de Justiça da Catalunha notificou as duas partes sobre o encerramento das investigações e dando cinco dias para a apresentação de acusação e defesa. O julgamento ainda não tem data para acontecer, mas segundo a imprensa espanhola, ele deverá ser marcado até janeiro de 2024

Prisão de Daniel Alves

Segundo a lei espanhola, Daniel Alves poderá ser condenado até 10 anos de prisão em regime fechado, sem direito a condicional ou pagamento de fiança. A Justiça impôs a Daniel Alves o pagamento de 150 mil euros (R$ 799 mil) à vítima caso seja condenado. Durante todo o processo, o brasileiro teve o pedido de liberdade provisória negado três vezes.

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